Não vamos deixar esse tesouro ir para o fundo do mar

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Saveiros de Maragogipe – vídeo de Luiz Gerbase

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Agradecemos ao  velejador Luiz Gerbase, de Porto Alegre, esta homenagem às embarcações que, como ele, tanto admiramos em ver singrar as águas de nossa bela Baía!

Saveiros – Bahia – Brasil de Luiz Gerbase no Vimeo.

SAVEIROS: Barcos espetacularmente adaptados ao seu vento.

Quando o mundo conhecido era pequeno, e a Terra, grande, eles singraramos mares da Bahia. Durante longo tempo, foram o principal meio de transporte local. Velas içadas, lançadas ao vento, os saveiros cortaram os séculos e as águas nas travessias do recôncavo Baiano – a baía de Todos os Santos.

Gente, bichos e produtos agrícolas eram transportados por essas pioneiras embarcações de madeira, que uniam cidades, vilas e portos entrelaçados no mar.

Restam apenas 20 saveiros em atividade, brava resistência à modernidade, cruzando na frente de até plataformas de petróleo em construção.

Seus nomes são inspiradores, invocam a grandeza do passado ou a poesia de quem tem intimidade com a natureza: Sombra da Lua, Vendaval, É da Vida, Flor do São Francisco, Rompe Nuvem, Rei do Oriente e Vencedor das Lutas são alguns deles.

Todos sobrevivem graças ao amor de antigos mestres e entusiastas.

Os saveiros, com sua vela central enorme e um trapo de genoa, eram presença emblemática no porto de Salvador, e sobem e descem ainda a correnteza do Rio Paraguaçu somente a vela, até Maragogipe.

Luiz Gerbase

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