Não vamos deixar esse tesouro ir para o fundo do mar

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‘Embarcações Típicas da Costa Brasileira’ terá noite de autógrafos na 3ª Semana do Saveiro

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Imagem37Dentre a programação cultural da 3a Semana do Saveiro, que ocorre em Salvador de 27 de abril a 2 de maio, no Terminal Náutico de Salvador, está a noite de autógrafos do livro Embarcações típicas da costa brasileira, do jornalista paulista João Lara Mesquita, no dia 28 às 19h. Com 294 páginas, o livro foi publicado pela Editora Terceiro Nome em novembro de 2009 e documenta através de fotografias e texto jornalístico as embarcações construídas pelos carpinteiros navais, trabalhadores artesanais cujos saberes passam de pai para filho, de mestre para aprendiz, e que como outros patrimônios imateriais, correm o risco de desaparecer.

O livro também conta a aventura do encontro da cultura náutica europeia, asiática e africana com a dos povos indígenas e mostra embarcações em que o legado desse encontro ainda é visível na costa do país. O extenso registro é fruto das viagens de João Lara Mesquita, que desde 2005 navega a costa brasileira a bordo de seu veleiro, ‘Mar Sem Fim’, o que lhe rendeu um acervo de mais de 20 mil fotografias dessas embarcações, do extremo Norte ao extremo Sul do país.

O autor

João Lara Mesquita é músico de formação e jornalista. Capitão amador desde os anos 1990, acumula hoje mais de 40 mil milhas navegadas. Atualmente, planeja sua primeira viagem à Antártida. Foi colaborador de revistas como Playboy, Mar Vela e Motor, Daslu e Guia Sampa, esta da Editora Abril. Foi o quarto brasileiro a participar do Rally Paris-Dakar, em 1997, como navegador do carro pilotado por Klever Kolberg, quando obtiveram a décima colocação na categoria. Entre 1982 e 2003, foi diretor da Rádio e Estúdio Eldorado, pertencentes ao Grupo Estado, de São Paulo. Neles, criou o Prêmio Eldorado de Música. Idealizou o Prêmio Visa de MPB. Lançou e liderou a campanha pelo fim da obrigatoriedade da Voz do Brasil e, na área discográfica, foi o responsável pela criação do selo Eldorado.

Foi um dos fundadores do Núcleo União-Pró Tietê, ligado à Fundação SOS Mata Atlântica, ONG que desde 1990 comanda a campanha pela despoluição do rio Tietê. De 1992 a 1995, foi diretor do Museu de Arte Moderna de São Paulo. É diretor da Sociedade de Cultura Artística de São Paulo desde 1999. Foi conselheiro do Greenpeace de 2001 a 2004.

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